Parent: #16
Depends on: #3 , #4 , #5 , #8 , #9 , #11 , #12 , #15 , #42
Blocks: release 1.0
Objetivo
Criar um gate de produto executável e fail-closed que certifique a jornada real do usuário, desde uma máquina limpa até uma entrega confirmada:
instalar
→ autenticar
→ validar entitlement
→ abrir workspace
→ mapear/orientar
→ criar plano e critérios de aceite
→ editar pelo Runtime
→ executar/testar
→ revisar independentemente
→ aprovar efeitos necessários
→ criar/atualizar PR
→ observar CI/reviews/merge
→ auditar conclusão
A versão 1.0 não pode ser publicada enquanto esse fluxo não funcionar em TUI, headless, ACP e workspace com os mesmos contratos e evidências.
Problema atual
Existem implementações e issues para partes isoladas, mas não há uma certificação única que prove:
instaladores e updater apontando somente para infraestrutura Simplicio;
login/entitlement/gateway reais sem BYOK ou credencial upstream;
Runtime, Mapper e Loop resolvidos/pinados e compatíveis;
leitura, busca, edição e execução sem fallback local;
agentes dedicados e reviews independentes;
entrega GitHub idempotente e remotamente confirmada;
crash/restart/rollback sem perda ou duplicação;
comportamento equivalente nas quatro superfícies;
métricas reais de correção, tokens, latência e custo;
terminal COMPLETE revogável diante de regressão.
Escopo
1. Instalação e atualização
instalação limpa sem Rust/Python global além do que o bundle declarar;
Linux x86_64/arm64, macOS arm64/x86_64 e Windows x86_64 conforme matriz suportada;
checksum, assinatura com trust root durável, SBOM e provenance;
updater exclusivamente Simplicio, sem endpoints x.ai/Grok/OpenCode herdados;
upgrade N-1→N, downgrade/rollback e interrupção durante update;
simplicio-code doctor --json antes da primeira execução.
2. Identidade, assinatura e gateway
device authorization;
access token curto e refresh rotativo no keychain nativo;
entitlement e limites;
gateway único Simplicio;
nenhum hostname, token ou slug de provider upstream no cliente;
logout/revoke e recuperação de sessão;
separação completa entre dados de conta e conteúdo do workspace.
3. Abertura e orientação do workspace
preflight de disco, memória, rede, git, permissões e versões;
Runtime MCP handshake e capability negotiation;
Mapper incremental em background;
contexto inicial bounded, versionado e mensurável;
repo/branch/source SHA/dirty state registrados;
falhas produzem diagnóstico acionável.
4. Planejamento e execução
5. Qualidade e revisão
TDD quando aplicável;
unitários, contract, integração, sistema/E2E e regressão;
fmt, clippy, audit, licenses e secret scan;
coverage mínima de 85% no código novo/alterado;
benchmark com thresholds;
quatro revisores independentes;
findings bloqueantes impedem delivery.
6. Delivery e recuperação
branch/worktree isolada;
push/PR/comment com intent, confirmation e re-query;
feedback de CI/review tratado no mesmo run;
conflict/rebase/force-with-lease somente em branch autorizada;
restart retoma do primeiro stage não comprovado;
rollback de candidate ou release;
auditor final confirma estado remoto.
Ambientes de certificação
Criar repositórios sandbox versionados:
happy path: tarefa pequena com teste determinístico;
existing project: projeto com build/test/lint;
monorepo: múltiplos pacotes e impact map;
large repository: mapa incremental e context budget;
policy-heavy: approval, protected branch e secret fixture;
failure lab: Runtime/Mapper/Loop/gateway/GitHub indisponíveis;
cross-platform fixture: paths, encoding, symlink e process semantics.
Nenhum teste pode usar código privado, chaves reais ou resultados fabricados.
Contrato do receipt final
Criar simplicio-code.product-e2e-receipt/v1 contendo:
app/runtime/loop/mapper/agent versions e hashes;
OS/arch/install channel;
user/session/entitlement pseudonymous IDs;
repo fixture/source SHA;
stages, agents, attempts, fences e receipts;
commands/tests/coverage/benchmark summaries;
security/privacy results;
PR/CI/review/merge confirmations;
recovery/rollback events;
p50/p95/p99, tokens, context bytes, cost;
terminal verdict e auditor identity;
artifact hashes e reproduction command.
Não armazenar prompt, resposta, código do usuário, secrets ou paths pessoais.
Passo a passo
Congelar a jornada e o schema do receipt.
Definir matriz de plataformas/superfícies/componentes.
Criar sandboxes/fixtures determinísticos.
Corrigir e tornar obrigatórios os selftests [bug] perf_gate cannot run because engine.simplicio_compress is absent from the repository #28 e [bug] installed E2E selftest references missing fully-measured events fixture #29 .
Criar installer/updater test harness.
Criar auth/gateway fake contratual e staging real controlado.
Criar orchestration harness usando [EPIC][P0][#16] Integrar simplicio-loop por contrato e materializar agentes dedicados no Simplicio Code #42 .
Implementar drivers TUI PTY, headless, ACP e workspace.
Instrumentar cada etapa com events/receipts.
Implementar fault injection e network/process proxies.
Implementar delivery GitHub sandbox idempotente.
Implementar restart/resume/rollback tests.
Integrar quality/security/privacy/performance gates.
Comparar outputs/receipts entre as quatro superfícies.
Publicar artifacts e relatório de conformance.
Ligar o gate à branch protection e release workflow.
Bloquear tag/release quando qualquer obrigatório estiver UNVERIFIED/PARTIAL/BLOCKED/REGRESSED.
Documentar reprodução local e diagnóstico.
Testes obrigatórios
Instalação/release
clean install por OS/arch;
assinatura/checksum/SBOM/provenance;
artifact adulterado/truncado;
update, rollback e interrupção;
scanner de strings/endpoints herdados.
Auth/gateway
device flow, expiry, replay, refresh rotation e revoke;
keychain por plataforma;
entitlement expired/cancelled;
streaming, cancel, tool calls, 401/429/5xx/timeout;
tenant isolation, SSRF, header injection e redaction.
Workspace/orchestration
Runtime/Mapper/Loop handshake e incompatibilidade;
task completa nas quatro superfícies;
multi-session collision;
crash/restart em cada boundary;
stale/forged receipt;
STOP/cancel/cleanup;
large repo/monorepo/context limits.
Qualidade/security/privacy
unit/integration/system/regression;
coverage thresholds;
secret/path/prompt canaries;
filesystem/process sandbox;
dependency/license failures;
network allowlist e telemetry opt-out.
Delivery
branch protection;
PR create/update idempotente;
CI failure/retry;
review changes requested;
conflict/rebase;
merge/close/revert e terminal revocation.
Performance
cold/warm/incremental;
p50/p95/p99 e intervalos;
session-level tokens e success rate;
startup/handshake/client reuse;
regression > threshold bloqueia release.
Critérios de aceite
Definition of Done
A partir de máquinas limpas em todos os sistemas suportados, um usuário de teste instala o Simplicio Code, autentica no Simplicio, abre um repositório sandbox, recebe mapa/contexto, aprova um plano, acompanha agentes dedicados implementarem e verificarem a tarefa, observa um único PR, trata feedback, confirma CI/merge e recebe auditoria final. O mesmo fluxo passa em TUI, headless, ACP e workspace; falhas injetadas recuperam corretamente; nenhum secret/conteúdo vaza; e o release gate rejeita qualquer execução sem evidência completa.
Ampliação obrigatória do Product E2E
A próxima certificação/release deve incluir #60 e simplicio-loop#568 :
planejar → prototipar → comparar → rejeitar/revisar/aceitar → vertical slice → Build → delivery
O harness deve provar nas quatro superfícies: rejeição sem mutação FULL, revisão bounded, aceite com receipt válido, invalidação por source drift, tentativa de bypass bloqueada e zero efeito externo durante P0/P1. O release gate deve falhar sem essas evidências e sem cobertura mínima de 85% no código alterado.
Parent: #16
Depends on: #3, #4, #5, #8, #9, #11, #12, #15, #42
Blocks: release 1.0
Objetivo
Criar um gate de produto executável e fail-closed que certifique a jornada real do usuário, desde uma máquina limpa até uma entrega confirmada:
A versão 1.0 não pode ser publicada enquanto esse fluxo não funcionar em TUI, headless, ACP e workspace com os mesmos contratos e evidências.
Problema atual
Existem implementações e issues para partes isoladas, mas não há uma certificação única que prove:
Escopo
1. Instalação e atualização
simplicio-code doctor --jsonantes da primeira execução.2. Identidade, assinatura e gateway
3. Abertura e orientação do workspace
4. Planejamento e execução
5. Qualidade e revisão
6. Delivery e recuperação
Ambientes de certificação
Criar repositórios sandbox versionados:
Nenhum teste pode usar código privado, chaves reais ou resultados fabricados.
Contrato do receipt final
Criar
simplicio-code.product-e2e-receipt/v1contendo:Não armazenar prompt, resposta, código do usuário, secrets ou paths pessoais.
Passo a passo
Testes obrigatórios
Instalação/release
Auth/gateway
Workspace/orchestration
Qualidade/security/privacy
Delivery
Performance
Critérios de aceite
Definition of Done
A partir de máquinas limpas em todos os sistemas suportados, um usuário de teste instala o Simplicio Code, autentica no Simplicio, abre um repositório sandbox, recebe mapa/contexto, aprova um plano, acompanha agentes dedicados implementarem e verificarem a tarefa, observa um único PR, trata feedback, confirma CI/merge e recebe auditoria final. O mesmo fluxo passa em TUI, headless, ACP e workspace; falhas injetadas recuperam corretamente; nenhum secret/conteúdo vaza; e o release gate rejeita qualquer execução sem evidência completa.
Ampliação obrigatória do Product E2E
A próxima certificação/release deve incluir #60 e simplicio-loop#568:
O harness deve provar nas quatro superfícies: rejeição sem mutação FULL, revisão bounded, aceite com receipt válido, invalidação por source drift, tentativa de bypass bloqueada e zero efeito externo durante P0/P1. O release gate deve falhar sem essas evidências e sem cobertura mínima de 85% no código alterado.