Parent: #315
Follow-up de: #50, #55, #121 e PR #312.
Problema
Há boa cobertura de protocolos/fake servers, mas o risco principal continua na composição instalada: AgentHost, Runtime, Loop Hub, Mapper/Fast, sockets/pipes, lifecycle, versões e quatro superfícies do Code. Fixtures in-process não comprovam instalação, discovery, segurança do endpoint, restart ou equivalência de efeito.
Objetivo
Entregar um harness E2E local reproduzível que instale/descubra componentes reais compatíveis e prove o fluxo usuário → Agent → Loop Hub/Runtime → diff/test → receipt em TUI, headless, ACP e workspace.
Caminho mais rápido
- Começar por um cenário mínimo CRUD determinístico, sem LLM local.
- Congelar versões/SHAs e usar provider remoto fake/fixture apenas para raciocínio.
- Reusar uma única workspace e executar as quatro superfícies contra os mesmos contratos.
- Depois adicionar concorrência, restart e tarefa Snake como sistema ampliado.
- Produzir uma matriz única comparável, não quatro relatórios diferentes.
Passo a passo
- Criar manifest de instalação com Code, Agent, Runtime, Loop, Mapper, Dev CLI e Fast.
- Validar binário, versão, checksum, capabilities e endpoint seguro de cada componente.
- Inicializar AgentHost e Runtime fora do processo Code, respeitando independência.
- Anexar Code a Loop Hub quando workflow/waves forem necessários.
- Executar scenario CRUD:
- mapear projeto;
- planejar alteração;
- aplicar via Runtime;
- executar testes;
- produzir diff e receipts;
- cancelar/reconciliar uma tentativa;
- retomar sem efeito duplicado.
- Repetir em headless e ACP; automatizar TUI por PTY real.
- Exercitar workspace open/reopen e session rebuild.
- Repetir com Fast Rust, fallback Python explícito e Fast off, sem acesso direto a mmap.
- Executar duas instâncias simultâneas no mesmo workspace e em worktrees distintas.
- Reiniciar Agent/Runtime/Hub em pontos causais conhecidos.
- Testar N/N-1 e rejeição de versão incompatível.
- Provar que falta de Agent ou Runtime permite apenas diagnóstico.
- Adicionar cenário de jogo Snake após CRUD passar.
- Gerar receipt HBP e relatório Markdown com hashes.
- Tornar o harness chamável pela validação local da issue de CI.
Matriz mínima
- superfície: TUI/headless/ACP/workspace;
- SO: Linux/macOS/Windows suportado;
- modo: cold/warm/restart;
- Fast: rust/python/off;
- endpoint: Unix socket/named pipe/loopback autenticado quando aplicável;
- versão: N/N-1/incompatível;
- resultado: success/failure/cancel/effect_unknown.
Evidência para fechar
Manifest instalado, checksums, transcripts redigidos, receipts, diffs, testes, matriz completa, tempos por etapa e falhas injetadas.
Execução
- Implementar o objetivo descrito.
- Fazer a implantação aplicável.
- Executar e registrar os testes.
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Follow-up de: #50, #55, #121 e PR #312.
Problema
Há boa cobertura de protocolos/fake servers, mas o risco principal continua na composição instalada: AgentHost, Runtime, Loop Hub, Mapper/Fast, sockets/pipes, lifecycle, versões e quatro superfícies do Code. Fixtures in-process não comprovam instalação, discovery, segurança do endpoint, restart ou equivalência de efeito.
Objetivo
Entregar um harness E2E local reproduzível que instale/descubra componentes reais compatíveis e prove o fluxo usuário → Agent → Loop Hub/Runtime → diff/test → receipt em TUI, headless, ACP e workspace.
Caminho mais rápido
Passo a passo
Matriz mínima
Evidência para fechar
Manifest instalado, checksums, transcripts redigidos, receipts, diffs, testes, matriz completa, tempos por etapa e falhas injetadas.
Execução