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[P0][Recovery] Tornar o simplicio-code comprovadamente integrado, instalável e rápido após beta.5 #315

Description

@wesleysimplicio

Contexto

Auditoria live da main após a v0.3.0-beta.5 encontrou um descompasso entre código mergeado, validação executada, release instalável e backlog:

Esta issue é um programa de recuperação. Ela não autoriza reabrir/fechar issues automaticamente nem tratar merge como evidência de aceite.

Objetivo

Levar o Simplicio Code do estado “beta com implementação parcial e validação interrompida” para um estado:

  1. reproduzível localmente sem GitHub Actions pago;
  2. validado por evidência durável;
  3. integrado a Agent, Runtime, Mapper, Fast e Loop Hub por contratos versionados;
  4. instalável nos sistemas declarados;
  5. mensuravelmente rápido no caminho crítico;
  6. com backlog e documentação coerentes com a realidade.

Princípios de ownership

  • Code: UX, TUI/headless/ACP, adapters, approval, diff/progress e apresentação de evidência.
  • Agent: coordenação cognitiva e advisories; não executa efeitos diretamente.
  • Runtime: filesystem, processo, sandbox, políticas, receipts e reconciliação.
  • Loop Hub: filas, waves, fairness, cancel/resume e deduplicação global.
  • Mapper/Fast: contexto canônico, leitura rápida, cache/índice e proveniência.
  • Code não deve copiar engines, iniciar outro scheduler global ou criar fallback produtivo local.
  • Runtime/Loop podem estar indisponíveis em outros produtos, mas no modo produtivo do Code os requisitos declarados devem falhar de forma explícita e comprovável.

Caminho mais rápido

Fase 0 — tornar a prova executável

  1. Criar lane local/container reproduzível que rode os gates necessários sem Actions pago.
  2. Capturar SHA, versões, comandos, duração, exit code, hashes e artefatos.
  3. Revalidar a main atual antes de qualquer nova release.
  4. Não retaggear nem sobrescrever release existente.

Fase 1 — fechar o caminho crítico do produto

  1. Completar contratos Runtime de execução/processos.
  2. Zerar acessos produtivos diretos ao workspace.
  3. Provar AgentHost + Runtime + Loop Hub instalados nas quatro superfícies.
  4. Tratar timeout, cancelamento, reconnect, efeito desconhecido e rollback.

Fase 2 — distribuição produtiva

  1. Entregar login/entitlement e gateway Simplicio.
  2. Substituir assinatura temporária por trust root rotacionável.
  3. Tornar Windows um alvo real ou reduzir honestamente a matriz suportada.
  4. Publicar uma nova versão a partir de SHA validado.

Fase 3 — velocidade

  1. Separar gate rápido de crates Simplicio da auditoria profunda do fork herdado.
  2. Medir cold/warm startup, workspace-open, primeira resposta, primeiro tool progress e tarefa verde.
  3. Eliminar handshakes, mapas, processos e conexões redundantes sem enfraquecer fail-closed.

Evidência mínima para encerramento

  • SHAs exatos de Code e dependências;
  • comandos e versões;
  • logs redigidos de caminho feliz e falhas;
  • testes unitários, integração, sistema, regressão e segurança aplicáveis;
  • coverage observado do escopo declarado;
  • receipts/hashes e prova de idempotência/rollback;
  • benchmark cold/warm;
  • release/instalação limpa/update/downgrade;
  • riscos residuais e limitações explícitas.

Não objetivos

  • reescrever todo o fork herdado;
  • colocar scheduler, Runtime ou Mapper dentro da UI;
  • declarar suporte a plataforma sem binário instalado real;
  • depender de LLM local para validar o produto;
  • pagar GitHub Actions como requisito do desenvolvimento local.

Issues filhas — sequência executável

Fase 0 — prova e release

Fase 1 — caminho crítico governado

Fase 2 — produto

Fase 3 — velocidade, qualidade e verdade operacional

Ordem de dependência recomendada

  1. [P0][CI] Recuperar validação local sem Actions pago e provar a main pós-beta.5 #316 desbloqueia evidência confiável.
  2. [P0][Runtime] Completar exec/background/cancel/reconcile no Code sem fallback local #317 e [P0][Workspace] Zerar acessos diretos legados e tornar o audit gate realmente bloqueante #318 fecham o boundary de efeitos.
  3. [P0][E2E] Provar AgentHost + Runtime + Loop Hub instalados nas quatro superfícies do Code #319 prova composição instalada.
  4. [P1][Auth] Entregar device login, sessão renovável e entitlement real sem BYOK #322 e [P1][Gateway] Trocar OpenRouter direto por gateway Simplicio com streaming, tools e cancelamento #323 completam o produto de assinatura.
  5. [P0][Supply Chain] Entregar trust root produtivo, Windows real e ciclo seguro de install/update/rollback #321 e [P0][Release] Substituir a beta.5 não comprovada por release nova baseada em SHA validado #320 produzem a release.
  6. [P1][Quality] Executar a matriz headless e promover invariantes calibrados a gates reais #324, [P1][Performance] Medir e reduzir startup/workspace-open/primeiro efeito no caminho Agent→Runtime→Loop #325, [P1][Agent UX] Entregar workspace.observe/advisory proativo sem segundo coordenador #326 e [P1][Governance] Reconciliar backlog fechado, ownership, versões e documentação com evidência live #327 consolidam qualidade, velocidade, UX e governança.

As issues podem avançar em paralelo quando não compartilham o mesmo arquivo/contrato, mas nenhuma release deve ultrapassar os gates P0 anteriores.

Execução

  • Implementar o objetivo descrito.
  • Fazer a implantação aplicável.
  • Executar e registrar os testes.

Metadata

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Assignees

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